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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Começou a Festa de Janeiro

Tenho muita pena com a saída do Nélson.
Precisa de jogar e acredito que podia jogar neste plantel esta época.

Se não era para jogar então o melhor para ele era mesmo sair.

Swansea? Espero que tenha sido um empréstimo muito bem estudado e não só para despachar.


Ps: Ontem em viagem ouvi na RR que o Enzo está acordado com o Valência e que não se vai mais treinar com o plantel do Benfica. Dizia a noticia que o jogador iria dia 29 a Valência fazer os exames médicos e que o acordo seria de 25M mais 5M em objectivos.


http://www.record.xl.pt/Futebol/Nacional/1a_liga/Benfica/interior.aspx?content_id=921725

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Road to February

O Luisão vai falhar pelo menos:

Benfica - Gil Vicente _ Campeonato
Benfica - Nacional _ Taça da Liga

A deslocação a Penafiel (campeonato) também deverá estar em risco.

- Onde pára o nosso segundo melhor central???

O Salvio vai falhar:

Benfica - Gil Vicente _ Campeonato
Benfica - Nacional _ Taça da Liga
Penafiel - Benfica _ Campeonato
Benfica - Guimarães _ Campeonato
Benfica - Arouca _ Taça da Liga
Maritimo - Benfica _ Campeonato
Moreirense - Benfica _ Taça da Liga
Paços - Benfica _ Campeonato

A recepção ao Boavista (campeonato) pode também estar em risco.

- Ola John está a lento e incompetente no momento de decisão e a direita não parece ser adequada para ele.
- O Pizzi e o Guedes poderão ter a sua oportunidade.
- Sulejmani?

Ao que parece o Enzo pode nem voltar a jogar com a camisola encarnada.

- O Pizzi continua a ser preparado mas estou convencido que terá maior rendimento se jogar mais solto e com maior liberdade ofensiva.
- Samaris e Cristante são as soluções mais directas.
- Também o Amorim pode aparecer.

Quantos mais jogos sem o Silvio, Amorim e Fejsa?
Ah e o Eliseu também...

Vai ser uma longa viagem que irá culminar com a deslocação a Alvalade.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Um vazio no centro do terreno



Às vezes dá-me para pensar no Super Barça.
Valdés, Dani Alves, Pique, Mascherano, Abidal, Busquets, Xavi, Fabregas, Iniesta, Pedro, Messi.

Um meio-campo a servir toda a equipa, da defesa ao ataque.

Que nostalgia cá dentro.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

6 remates perigosos

1) SAÍDAS EXPECTÁVEIS: Garay, Siqueira, Markovic, Cardozo a juntar às duas vendas de Janeiro - André Gomes e Rodrigo. Confirmando-se estas 5 ou 6 saídas, é fundamental manter Gaitán e, sobretudo, Enzo Perez. Fejsa tem um problema crónico, situação aliás já conhecida e que talvez não tenha merecido a devida atenção por parte dos responsáveis do Benfica. Olhando para este cenário, é ainda mais crucial que Perez se mantenha no clube. Destruindo metade da defesa e metade do ataque, convém não destruir todo o meio-campo.

2) Como colmatar as saídas? Tendo em conta a dramática situação financeira do clube - só alguém muito optimista, muito bem pago pelo Benfica ou simplesmente tonto pode vender a ideia de uma saúde financeira quando mesmo um leigo percebe os constantes empréstimos (cada vez menos espaçados no tempo) e as recorrentes mentiras do Presidente do Benfica sobre a necessidade ou não de vender "para equilibrar as contas" -, julgo que devemos incidir em três estratégias:

- aposta clara em 3 miúdos da formação - por mim, Bernardo Silva, Ruben Pinto e Fábio Cardoso.

- Fazer regressar os melhores jogadores de entre as dezenas que temos emprestados - por mim, Lisandro, Pizzi e Ola John.

- Contratar apenas jogadores de qualidade indesmentível e ao melhor preço possível. A prospecção de qualidade é mesmo isso: descobrir talento onde ele não é visível a todos. Para gastar milhões em gajos conhecidos por todo o mundo futebolístico não vale a pena ter equipas de prospecção.

3) A Benfica TV tem sido um projecto de grande sucesso que deverá, como disse, bem, o Presidente Vieira, continuar a evoluir. Neste sentido, há que evitar qualquer apoio aos candidatos que defendem medidas nefastas ao crescimento da BTV - desde logo, o camaleão Seara - e despedir quanto antes o execrável comentador Fernando Santos, também conhecido como Pedro Guerra, também conhecido como Fernando Santos. Cada vez que o homem abre a boca na sua propaganda patética, rebolam na campa todos os gloriosos benfiquistas que fizeram deste clube um clube imortal, democrático, universal, sério, honesto e solidário.

4) Há um certo cheiro a 2010 no ar. A fanfarronice de Presidente e Treinador nas entrevistas que deram não é bom sinal para o futuro. Proposta: calarem-se até Setembro e focarem-se na preparação da próxima época. Pior do que perder (o que tem sido recorrente nestas últimas duas décadas) é não saber ganhar.

5) Djavan no Benfica. Do que lhe vi na Académica, pareceu-me um jogador interessante. Não me parece, no entanto, que sirva como titular. Deveremos ir ao mercado contratar um lateral-esquerdo de topo.

6) Passar tanto tempo sem ir ao Estádio ver o Benfica é deprimente. Nem um Mundial nos salva deste vazio existencial.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Uma lesão que pode salvar a época

O futebol tem destes fenómenos: o que é uma má notícia - lesão de Salvio por pelo menos 6 meses - acaba por ser uma excelente notícia para os adeptos e para o Benfica - também para Jesus, mas apenas porque a isso foi obrigado. 

A boa notícia é que, de uma assentada, o Benfica melhorou 3 posições: a de médio defensivo - onde agora tem um jogador menos virtuoso mas mais capaz do ponto de vista posicional, o que é fundamental sobretudo pela forma arriscada como o modelo do Jesus funciona na fase ofensiva -, a de segundo médio, vulgo «8» - onde Matic pode finalmente soltar todo o seu talento, fundindo os movimentos ofensivos e defensivos num todo, podendo explorar a sua capacidade de transporte e rasgo, a qualidade nos passes de ruptura, criar novas combinações com os extremos e avançados e, por fim, explorar aquilo que muitos ainda não lhe conhecem: o excelente remate - e a de interior direito - onde Enzo se distribui, revezando um jogo mais vertical em combinação com Maxi com toda a aproximação ao jogo interior, tanto na forma como se junta aos médios em pressão e contenção como procura, quando a equipa tem a bola, aparecer por espaços entre o lateral e o central adversário, criando mais uma solução ao portador e deixando Maxi (ou Almeida) solto para o movimento de profundidade na ala. 

Se Salvio faz falta? É lógico que sim, principalmente em jogos de menor responsabilidade defensiva em que a equipa encontrará muitas vezes um verdadeiro camião à frente da baliza. No entanto, e por conhecermos a já afamada teimosia de Jesus, não podemos dizer que esta lesão, em termos gerais, não veio ajudar a consolidar a equipa e a dar-lhe outra qualidade, lucidez e capacidade para gerir os vários momentos do jogo. O futebol tem destas coisas.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Lesão de Salvio - uma oportunidade de fazer diferente

Sem Salvio até Março, urge mudar de sistema de jogo. Não faz qualquer sentido continuar a apostar em dois extremos, dois avançados e dois médios quando o mais eficaz dos extremos e o que mais equilibra um sistema já de si bastante fragilizado não pode jogar até quase ao final da época. Além disso, não há solução para a direita; Ola John e Gaitán têm dificuldades desse lado, Sulejmani é inconstante.

Com a qualidade que há no miolo - este ano, se não houver saídas, teremos finalmente um lote de médios (não «10»; médios) capaz de assegurar qualidade até ao final da época: Matic, Fejsa, Enzo, Amorim, Almeida, Gomes -, o que é lógico é optar por uma de duas soluções:

4x3x3 - Matic como homem mais recuado, Enzo a 8, Djuricic a 10; nas alas, Ola John na esquerda; Markovic na direita, os dois em constantes movimentos interiores (que é o que procuram recorrentemente), deixando a profundidade para os laterais - Siqueira e Maxi têm qualidade na forma como aparecem em movimento ofensivo a dar soluções ao portador. Na frente, Lima. Soluções alternativas para este sistema: por Matic, Fejsa ou Almeida; por Enzo, Amorim ou Gomes; por Djuricic, Gaitán; por Ola John, Gaitán; por Markovic, Sulejmani (mais vertical); por Lima, Cardozo, Rodrigo ou Funes Mori.

4x4x2 losango - Não é propriamente um losango simétrico; comparando, poderá ser uma espécie de regresso de Jesus ao sistema que o fez pela única vez, em 4 anos, campeão nacional. Usar na ala esquerda, um extremo puro e na direita um interior que garanta todas as valências de um médio e acrescente a capacidade para, não sendo extremo, dar largura e profundidade à ala direita, em troca com o lateral desse lado. Assim:

Matic mais recuado; Enzo a interior direito (posição que conhece bem, visto que na Argentina, além de jogar a extremo, quando entrava para o meio-campo normalmente partia de uma posição de interior direito e não de um «8», como no Benfica), Ola John a extremo esquerdo, Djuricic (Gaitán) a «10». Na frente, Markovic no apoio ao ponta-de-lança, que neste sistema já poderá mais facilmente ser Cardozo (se não for vendido). Lima, Rodrigo e Funes Mori servirão como alternativa.

Na baliza, Artur até ver. Oblak tem capacidades para discutir o lugar e agarrar a titularidade se Artur voltar a cometer alguns dos erros do ano passado. À esquerda, obviamente Siqueira; à direita, dependerá dos jogos. Não tendo o Benfica um único lateral-direito de qualidade inegável, terá de revezar Maxi com Almeida (ou até Amorim). Seria bom começar a apostar na evolução de um talento puro como o de João Cancelo, mas não tenho grandes esperanças que isso aconteça com Jorge Jesus ao leme. No centro, Garay e Luisão. As alternativas são fracas e darão problemas, enquanto o segundo melhor central do plantel (melhor do que Luisão, inclusivamente) foi emprestado. 

É apenas e só um exercício. Sabemos que Jesus continuará, mesmo sem Salvio, a apostar no seu 4132. Pagará ou receberá louros por isso. Até agora, e apesar do bom trabalho da época passada, o saldo é francamente negativo, além de que perdeu o balneário (razão mais do que suficiente para não ter visto o seu contrato renovado, muito menos por dois anos). Mas o problema do Benfica está muito longe de ser técnico. Está lá em cima, na bancada presidencial. E enquanto lá estiver em cima, estes exercícios far-se-ão por gosto por futebol; títulos, sucesso desportivo, respeito pelo Benfica - apenas sonhos e delírios de uns quantos anti-benfiquistas primários como nós.

terça-feira, 16 de julho de 2013

À espera do equilíbrio

Tentando pensar que há uma estratégia coerente e lúcida na forma como o Benfica planeia o plantel para a época (sonhemos um pouco): a contratação do Fariña faz sentido se, por exemplo, Gaitán estiver de saída - relembro que o Jesus na época passada finalmente começou a utilizá-lo em zonas mais interiores, mesmo que não propriamente a 10, mas num falso segundo avançado em apoio a Cardozo. 

Pelas características de Fariña julgá-lo uma solução a Enzo parece-me forçado, até porque teria de ser adaptado e nesse caso passaríamos por mais um processo de evolução e aprendizagem em competição; já chega as várias que temos tido e teremos. Já como opção para ser o médio ofensivo num 4231, titular ou suplente de Djuricic, faz sentido, até porque, além do sérvio, não temos mais ninguém que seja claramente um jogador talhado para a posição 10 - isto num 4231; num 4132 as diferenças, mesmo que com os mesmos princípios de jogo, são substanciais. Não só de posicionamento mas sobretudo de saída de bola: não é igual, por mais que tentem vender a ideia, que um jogador venha iniciar o processo de construção a zonas mais recuadas ou que esteja mais colado ao primeiro avançado, à espera de bolas entre-linhas e desmarcações no espaço. Sobretudo não é igual a forma como o jogo é pensado. Com um 10, a equipa respira de uma forma; sem um 10, corre de outra. Dizer que é só substituir jogadores e que a dinâmica se mantém é, no mínimo, duvidoso.

Aceitando que é esta a ideia de Jesus - Fariña para médio ofensivo -, resta saber que outras opções haverá para o meio-campo. Para a posição 8, há Enzo - com alternativas como Amorim e Gomes. Para 6, há Matic (que deverá sair), Almeida (que tem estado a ser preparado para a lateral) e Amorim (que não considero que traga benefícios claros jogando como pivot). Se Matic não sair, precisamos de um médio defensivo; se sair, precisamos de dois.

Nas laterais continua o problema na esquerda. Cortez, opinião pessoalíssima, não serve. Para jogar Cortez, joga Melgarejo. O que devia ter acontecido, e não aconteceu, era a contratação de um jogador capaz de entrar de caras e não, como dizem muitos adeptos, um jogador de 26 anos que nas mãos de Jesus deverá apreender conceitos básicos que qualquer puto com talento e escola conhece desde cedo. Confesso: acho Cortez fraco, demasiado fraco. Só espero que, à semelhança de Emerson, não jogue um ano inteiro a titular para provar que não serve. A teimosia tem limites. Ou não.

Falta ainda um central, se Garay sair. A dupla titular seria Luisão/Lisandro e nenhum dos outros do plantel tem qualidade suficiente para ser uma primeira opção que garanta um rendimento sustentado, sem oscilações. 

Na frente, saindo Cardozo, precisamos de alguém com as mesmas características. Quase impossível. Mantenham Cardozo, promovam um jantar entre ele e o Jesus e deixem-se de merdas.

(Abriu sondagem ali à direita sobre o Cortez. Se estiverem para isso, avancem)

segunda-feira, 29 de abril de 2013

A exigência

Não sei como era o Benfica antes dos anos 90. Oiço histórias, relatos vários mas nada que se aproxime a ter vivido esses tempos. Por isso acontece-me, antes mais do que agora, deixar de reconhecer no clube e nos adeptos aquilo que sempre me disseram que o clube era. Falo da exigência.
É o nosso grande handicap para o nosso rival, mas é, acima de tudo, o nosso grande inimigo no caminho para nos reencontrarmos com a nossa identidade.

Só a falta de exigência permitiu perpetuar, em recorde de longevidade, um presidente tão pouco ganhador. É um exemplo claro que agora pouco interessa, foi recentemente reeleito e por isso está lá bem.
Falo do treinador. Com um campeonato ganho conquistou 3 anos de apoio do adepto, distraído a culpar árbitros (sim, eles têm a sua culpa!). Um campeonato apenas - a não ser que me venham com as taças da liga – e a crítica deixou de ser tolerável.

Ah e tal, mas o JJ está melhor, cala mas é essa boca! - Dizem vocês.
Pois está, e porquê?

Como me dizia o Ricardo ainda este Sábado, o JJ é melhor quando tem que provar algo (Primeiro ano e ano de renovação). E aqui reside uma culpa muito nossa, ao elevar ao Olimpo um catedrático do egocentrismo e da bazófia. Se ele podia ter sido mais profissional? Claro que sim, mas cabia ao adepto manter a pressão.

Nesta recta final está a acontecer outra vez. Foi no jogo com o Sporting que ficou claro para mim que a equipa do Benfica não tem o futebol que se diz ter. Uma coisa é merecer ganhar o campeonato pelo que se faz em 30 jogos – que acho que merecemos – outra coisa é ser-se inequivocamente melhor que os rivais em jogos de confronto directo.
 Mas os adeptos comportam-se como se o fossemos, afectando, parece-me, a própria equipa. A carreira europeia também não está a ser o que pretendemos fazer dela. Sem querer tirar mérito, não me lembro de o Benfica alguma vez ter tanto sorte em tantos jogos consecutivos numa competição como este ano na Liga Europa. Pensem nisso…
Estamos a embebedar-nos numa sublime superioridade futebolística que não é mais do que vinho da casa, e é talvez por isso que é necessário apostar tanto contra o marítimo, porque não há confiança contra o porto; e bem!
 O jogo com o Fenerbahçe foi muito mau: perdemos uma oportunidade de já estar praticamente na final (isso é que era a verdadeira poupança!) num jogo em que perdemos 1-0 e ainda temos que admitir que tivemos sorte. Muita!
O culpado? O treinador. Aimar é um inacreditável erro de gestão a partir do momento em que entra a titular neste jogo, e a maluqueira de fazer uma época sem uma real alternativa a Enzo e Matic só serve (serviu) para nos enfraquecer.

Agora não me interpretem mal. Exigir não é destruir. Eu quero que JJ continue na próxima época. Mas que seja melhor, sempre melhor. Já a partir de hoje!!

terça-feira, 16 de abril de 2013

E... O BENFICA ESTÁ NO JAMOR!

Neste dia feliz - estamos no Jamor, caralho! -, não posso deixar de dizer que estar no estádio a assistir à nossa passagem a uma final 8 anos depois da última com aquele deserto humano é uma coisa um bocadinho triste. Eu sei que os bilhetes não tinham os preços adequados à situação - Vieira, e as promessas, pá? as promessas? -, sei que a malta sabia que o Benfica ia passar à final, sei que está tudo a guardar-se para outros jogos, mas, meus caros, esta fraca cultura de estádio que há em Portugal tem de acabar. Pelo menos no nosso clube. Hoje nem os "do costume" estiveram todos. E isto nada tem que ver com questões financeiras. Há muita malta que PODE e NÃO VAI - deviam fazer um esforço e demonstrar respeito por aqueles que NÃO PODEM e muitas vezes VÃO. Fica a ideia. 

No resto, acho completamente incompreensível ver Matic, Enzo e Salvio durante 90 minutos - Jesus não leu o meu texto da manhã e quando não lê já se sabe que volta aos velhos hábitos. Má gestão, Mister. Espero que não venha aí lesão de um dos 3 FUNDAMENTAIS para os objectivos da época. Também seria interessante perceber o que é que faz um Pablo Aimar a entrar aos 87 minutos de um jogo como este. O homem tem tanto futebol para dar e podia servir claramente de alternativa aos jogadores mais desgastados - pelo menos em certos jogos e em certas alturas desses jogos. Tocou 4 vezes na bola e um gajo fica com sede, fome, ressaca, tudo. Que craque. 

Os mais cépticos estavam à espera deste momento para começarem a deixar crescer a bigodaça. Aí está ele: estamos no Jamor. Quero pelo menos meio-estádio de bigode à anos 80. Não me venham com as namoradas - elas que deixem crescer o buço também.