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sábado, 19 de outubro de 2013

Desesperados, sabujos e quejandos


«Em cada post mais incisivo, fruto do Benfiquismo que em nada se revê na filosofia dos que comandam o Sport Lisboa e Benfica, aparecem sempre os lacaios do costume a debitar percentagens, a ofender indiscriminadamente e a arquitectar teorias conspirativas que só a sua mente insana pode alimentar. Estes lambes debitam insinuações sem que se apercebam que tais considerandos se baseiam numa política de olhos fechados e apoio fervoroso a um modelo caduco que em nada honra os nossos fundadores ou os grandes Homens que guiaram os destinos do Nosso Clube.

Entendam de uma vez por todas: eu sou do tempo do Benfica vencedor, disciplinado, respeitado e glorioso. Não sou um adepto de aviário, movido a energia subserviente ou que apenas conhece a realidade actual. Por muito que vos custe, esta é a minha forma de viver o Benfica, Clube que amo, acompanho e critico porque nós também criticamos aqueles que amamos. Quem não o consegue, dificilmente perceberá porque outros o fazem, optando por denegrir alternativas ou comentários que não vão de encontro à pobreza das suas mentes.

A condescendência incondicional anula-nos e torna-nos mais permeáveis aos agentes patogénicos e isso não quero para mim nem para o Nosso Benfica!

Há por aí muito ignorante que pensa, ridícula e erradamente, que ao se criticar quem gere os destinos do Sport Lisboa e Benfica se deixa de ser Benfiquista. Mais uma mentira repetida ad nauseam.

Estarão mais próximos da jumentada aqueles que sempre anuem com um exuberante movimento cefálico.»

João Freire, no Dia de Benfica.