- Sim, 3 anos e meio depois Jesus compreendeu o que deve fazer nos jogos de dificuldade média/elevada. Pena ter demorado tanto, mas mesmo os benfiquistas menos católicos não terão problemas em ter esperança na conversão do mister. Acreditemos, companheiros, acreditemos. Continua a ler o blogue, Jorginho, que só te (nos) faz bem.
- Matic numa posição mais favorável às suas características. (Ainda mais) luxo.
- Tendo em conta a forma como o Leverkusen sabe jogar, apostar no 442 suicida na Luz será isso mesmo: um convite à nossa própria morte. Manter um avançado apenas, com Gaitán nas suas costas. A peregrina ideia de que jogar com muitos avançados faz ganhar mais jogos e marcar mais golos devia dar pena de prisão.
- Muito importante analisar o último lance do jogo por aquilo que ele revela do que deve ser a atitude competitiva de um jogador. Revejam a jogada e observem Melgarejo. Imaginem que o paraguaio tinha ficado parado como vários colegas seus. Fixem a imagem no momento em que entra o cabeceamento/assistência para a desmarcação do jogador do Leverkusen. A antecipação dos lances, a constante concentração competitiva e a crença de que se chegará à bola antes de ela entrar: tudo isto Melgarejo teve no último minuto do jogo. Com isso segurou a vantagem da equipa. Uma lição para apresentar no balneário antes dos jogos.
- Fantástico Artur. A diferença de um medíocre para um bom guarda-redes também está nisto: a resposta a um momento menos feliz. Em Leverkusen, Artur foi O REI.
