Mostrar mensagens com a etiqueta André Gomes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta André Gomes. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Algumas ideias sobre André Gomes
- Não poderia ter ido para melhor clube. No Barcelona o seu jogo tecido a linho encontra o espaço e os apoios para se manter como um dos melhores médios do mundo na próxima década. Iniesta será o seu mentor.
- Dizer que Jesus não apostou nele não é só um exagero, é mentir. Apostou e fê-lo crescer como jogador. Mesmo no clubismo doentio ou no ódio irracional a um homem não pode valer tudo (embora pareça).
- É mais uma péssima venda de um jovem jogador com um talento fabuloso. Para perdermos jogadores desta classe temos de receber muitos milhões que compensem a perda. Mais uma vez, não foi o caso.
- Que tenha uma excelente carreira porque tem todo o talento para isso. Da minha parte, agradeço vários momentos mas sobretudo aqueles segundos em que fez magia na Luz e marcou o golo épico que nos viria a dar uma Taça de Portugal.
Etiquetas:
André Gomes,
Barcelona,
Jorge Jesus,
Vendas de jogadores
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Copo meio cheio ou meio vazio?
As vendas de Bernardo Silva e André Gomes são negócios
com valores, no mínimo, surpreendentes e deixam-me um enorme vazio, por ver
sair do clube dois jogadores de altíssima rentabilidade financeira, mas ínfima ou
inexistente rentabilidade desportiva.
Perante tais negócios, há sempre dois tipos de visão:
1 – A dos que atentam ao aspecto meramente objectivo, valorando exclusivamente
o lado financeiro do negócio; 2 – A dos que valorizam a qualidade dos jogadores
e apresentam o seu amargo de boca pela inexistente valorização desportiva do
jogador entreportas.
Eu, talvez por ser um entusiasta da formação em geral
e profundo admirador destes dois em particular, talvez por não gostar de
Vieira, talvez por não ser fã de Jorge Jesus, encontro-me completamente no 2º
grupo de opinião, no grupo do copo meio vazio.
Porém, até podemos ser contra a aposta na formação,
podemos ser ainda cegos defensores de Vieira, sermos “apaixonados” pela competência
e pessoa de Jorge Jesus ou, no cúmulo, ser tudo isto ao mesmo tempo, mas mal
estará o Benfica, pior estará Jorge Jesus, no dia em que não conseguir retirar
dividendos desportivos de jogadores que valham 15M€… E já lá vão dois.
Etiquetas:
André Gomes,
Aposta Formação,
Bernardo Silva,
Jorge Jesus,
Luís Filipe Vieira
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Não dá para parar?
Meus queridos (já pareço o Proença) André Gomes e
Bernardo Silva, eu sei que têm muito talento nos pés, eu sei que são jovens, eu
sei que querem o melhor para as vossas carreiras, eu sei que a vossa vontade
deve ser muita, eu sei que ainda vos falta nascer mais 9 vezes, eu sei que
jogar muito e bem é mais forte que vocês, eu sei que sonham chegar onde o vosso
talento permite (que é muito longe), mas não será que não dá para pararem de
encantar o mundo só por um bocadinho? Será que não dá para pararem de
ridicularizarem o mestre por um instante? Será que não dá para pararem de
desmascararem o grande líder, por uns meses que seja? Vejam lá.
Sem mais, e com os melhores cumprimentos, José
Moreira.
Etiquetas:
André Gomes,
Bernardo Silva,
Jorge Jesus,
Luís Filipe Vieira
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Foi um sonho bom
Desde sempre, e não me perguntem porquê, fui um
defensor da formação do Benfica. Desde pequeno que espero por ver mais um Rui
Costa surgir no Benfica. Não, não procuro clones técnicos, antes desejo ver nascer
e crescer um novo jogador que se possa dizer, “este é dos nossos, é benfiquista
até às entranhas”. Acreditem, adoraria voltar a ver “um dos nossos” a alcançar
o topo do clube e do futebol internacional. Ver “um dos nossos” ser idolatrado
e ser referência para tantos miúdos como Rui Costa havia sido para mim. Ver “um
dos nossos” ajudar a criar Benfiquistas como Toni e Rui Costa fizeram comigo.
Já foram muitos os “meninos” de quem esperei ver
encarnado (em todas as vertentes) o tal. Mas de tantos, foram outras tantas
desilusões.
Primeiro foi Moreira (que até era José e gr como eu):
Fiquei triste quando Enke decidiu deixar o clube. Era um gr enorme, com tudo
para ser um ídolo da nação Gloriosa, mas o Barcelona e a falta de qualidade de
quem o acompanhava fê-lo trocar um papel de “deus” num clube por um subalterno
noutro. Mas a sua saída deu oportunidade a Moreira. Com uma equipa toda ela
fraquinha, mais uma vez, era o gr que sobressaia. Tão jovem e tão valoroso,
pensei eu. “É este, este é um dos nossos” sorria. Mas o encanto foi-se
dissipando à medida que mediocridade que o acompanhava nos sucessivos planteis
foi diminuindo. Afinal não era assim tão fantástico. Afinal não era o Casillas
do Benfica. Afinal não ia ser o novo Rui Costa.
De seguida, ainda que com um espaço de tempo considerável
de intervalo, surgiram João Pereira e Manuel Fernandes. Do primeiro, sou
sincero, nunca esperei muito. Tinha aquela garra que tanto gostamos de ver da
bancada, mas pouca temperança e ainda menos entendimento colectivo do jogo. Não
obstante fiquei triste quando saiu, até porque o que veio não lhe era superior.
Do segundo sim, de Manuel Fernandes esperava muito, esperava tudo. E não há
quem me convença do contrário, fosse ele mais paciente, fosse o Benfica mais
organizado, e podíamos ter, depois de Rui Costa, o primeiro jogador formado no
Benfica a jogar ao mais alto nível internacional. Mas foi mais um que se perdeu
não se sabe bem onde ou porquê.
Miguel Vitor. Sim, este também foi um de quem esperei
algo. Não, não acreditava que pudesse atingir o patamar mais alto do futebol
internacional, mas lá está, “era um dos nossos” e tinha caracter de capitão.
Não, nunca foi o melhor central dos planteis de que fez parte, mas também nunca
foi o pior. Vi nele sempre uma hipótese para 3º central do plantel e, com o
tempo, poderia tornar-se uma referência para os miúdos que fossem chegando ao
patamar sénior do clube. Mas JJ lá achou que ele nem para 10º central do clube
servia e que Jardel, ou até mesmo Sidnei, eram melhores… Enfim, mais um que
acabou.
Veio Miguel Rosa. Numa altura em que não tinha acesso
aos jogos das camadas jovens do clube, nem haviam transmissões regulares dos
jogos da 2ª liga, ia lendo nos jornais que Miguel Rosa era, de longe, o melhor
jogador daquele escalão. “Será este?” Perguntei a mim mesmo. Vivi algum tempo
com essa esperança… até ao dia em que me foi possível vê-lo jogar com
regularidade. “Não, ainda não é este” desabafei. Miguel Rosa estava longe de
ter a classe do tal “novo Rui Costa” que eu esperava. Mas “era outro dos nossos”.
Lutava até não poder mais e, embora não tivesse a tal classe dos maiores, era
dotado tecnicamente. Muitas vezes dei por mim a descreve-lo, a quem não o
conhecia, como o “Nolito da formação”. E até por aqui pensei que Jorge Jesus
lhe reservasse um lugar na primeira equipa ou, pelo menos, lhe fosse dando uma
ou outra oportunidade. Mas nada. Depressa percebi que ver Miguel Rosa de
vermelho e branco vestido e Jorge Jesus no seu comando era coisa impossível.
Mundial sub20 e aparece Nelson Oliveira. Já sabia dele
e já o acompanhava na medida que me era possível. Mas nunca o tinha visto como
naquela competição. Forte fisicamente, rápido, bom tecnicamente, remate fácil
com ambos os pés e… Golo! “Sim, vai ser este”. No mesmo torneio havia Rodrigo,
que também acompanhei, mas o Nelson foi-lhe muito superior. Sim, não havia
engano, o Nelson vai ser “o gajo”. Ambos ficaram no plantel. Ambos se estrearam
no mesmo dia, mas só um marcou nesse jogo… Rodrigo. Temi que aquele golo fosse
factor decisivo para a preferência de Jorge Jesus. Não, não foi. Ambos foram
jogando ao longo da época, sendo que Rodrigo mais e com maior sucesso. Ficava
triste por ver demorar a explosão do Nelson (sim, às vezes tenho demasiada
pressa). Até que surge o jogo com o Zenit, na Luz e a contar para os 1/8 de
final da Liga dos Campeões: Bola nas costas do central, Nelson surge em
diagonal e… GOLO! GOLO! GOLO! Do miúdo! “Sim, é desta. É desta que aparece um
dos nossos”. Sol de pouca dura. Fase seguinte da mesma prova. Jogo em Londres.
O Benfica precisa de um golo e Nelson Oliveira, qual ponta-de-lança, prefere o
remate em vez da assistência e… falha. Resultado: desaparece das opções do
treinador e acaba sucessivamente emprestado.
Nelson tinha, ou melhor, tem qualidades inegáveis,
quem não o reconhecer ou não sabe ver futebol ou nunca o viu jogar. Sempre se
disse nas conversas de café que “tinha a mania que era estrela” e que assim JJ
não apostava nele. Pois, não sei. Seja por isso ou pelo lance em Londres, sei é
que não será ele o “novo Rui Costa”, apesar de já terem passado pelo clube
tantos com tão menos talento como Jara, Funes Mori, Rodrigo Mora, Eder Luís e
tantos outros.
Num destes últimos verões, em que o futebol quase
desaparece, soube da participação da selecção sub19 de então no Europeu da
categoria. Sem muito para fazer naquele meu período de férias, fui espreitar os
jogos.
“Quem é aquele?”, “Deve ser do Sporting”. Quando o
jornalista da Eurosport diz “André Gomes, jogador do Benfica”, confesso,
apaixonei-me. “Sim, pode ser este”. Até na mesma posição do Maestro jogava. Que
classe, que toque, que qualidade de passe. “Sim, vai ser este”. Puro erro.
Primeiro porque não era “um dos nossos”. Portista de criação e formação primeira,
chegou ao Benfica já em fase final de formação. “Não, não é um dos nossos, mas
joga tanto”. Sim, desde sempre lhe notei a tal falta de intensidade que todos
lhe apontam, é um facto. Mas também sempre achei que Jorge Jesus seria capaz de
dar a volta a isso, caso tivesse… vontade. Ainda em choque com as saídas de
Witsel e Javi, pensei “agora não há desculpa, vai ter mesmo de colocar o miúdo a
jogar”. E assim foi. E que bem respondeu. Sim, muitos erros em zonas que não os
podia cometer, mas era/é um jovem, ainda estava/está a aprender. Sempre fiquei
com a ideia que JJ não gostava de André Gomes. Também era daqueles que nos
cafés se dizia ter “a mania da estrela”, que “a fama lhe subira à cabeça”.
Talvez, não sei. Não tenho esse grau de proximidade com a intimidade do clube.
Em Janeiro é noticiada a venda do seu passe,
juntamente com o de Rodrigo, por 45M€, estando o seu avaliado em 15M€. Sim, financeiramente
era/é um negócio das arábias, mas a imponência dos valores não me conseguiram
convencer. Esperava vê-lo titular do Benfica antes de rumar a outras paragens,
mas não ia ser assim. Quando ele faz aquele golo ao FCP… Foi indiscritível o
que senti. Imaginem: Sentado no meu café habitual em Marco de Canaveses. Eu, e
outra miúda, eramos uma ilha rodeados de portistas por todos os lados. Foi
naquele mesmo local, rodeado daquelas mesmas pessoas que vi o golo desse predestinado
da bola que é o Kelvin, e André Gomes (o menino de quem eu gostava, e gosto,
tanto) decide pegar na bola e fazer… aquilo! Fiquei sem voz.
Ao mesmo tempo, ia surgindo um tal de Bernardo Tsubasa
Silva. “Sim, era este!”. Não havia erro, tinha/tem magia naquele pé esquerdo e
não era apenas “um dos nossos”, mas sim “um dos melhores dos nossos” e tinha o
que tanto diziam faltar a Nelson Oliveira e André Gomes: humildade, pés no
chão. Em campo corria como um 6, fintava como um extremo, decidia como um 10 e
marcava como um 9. “Sim, era este!”. Tinha tudo, não havia como Jorge Jesus
dispensar este talento.
Inicia-se a época 2014/2015 e acontece a debandada que
se adivinhava e conhece. A juntar a isto, os que entram são… fracotes. “Sim,
desta não passa”. Não havia como Jorge Jesus dizer “não” a Bernardo Silva.
07/08/2014 – Bernardo Silva é emprestado… ao Mónaco.
Se nem numa época em que o talento é tão escasso há vontade de dar uma
oportunidade a quem tem tanto para dar… Sim acabou o sonho.
Sinceramente, gostaria quem alguém me explicasse o
porquê desta dificuldade toda em dar oportunidade a quem as merece, seja por
talento, por esforço ou por ambos os predicados juntos como é o caso de
Bernardo Silva. E porque não Bernardo Silva, o maior talento saído em largos
anos da nossa formação? É por ser um jogador da posição 10 e JJ não jogar
assim? É por ser baixo? A sorte que tiveram o Xavi, Iniesta, Moutinho, Scholes
ou Messi de não serem treinados pelo mestre.
quarta-feira, 16 de julho de 2014
O tempo explicará
Desde o início do presente ano civil, o Benfica já
anunciou a alienação dos direitos económicos e desportivos de 6 jogadores
(Matic, Rodrigo, André Gomes, Garay, Markovic e Oblak), por valores, no mínimo,
assinaláveis – falo, naturalmente, de jogadores de relevo do plantel, já que, o
clube também já cedeu outros jogadores “secundários”.
Ainda que o Benfica não detivesse a totalidade dos
passes de cada jogador, tudo junto dá uma bela “pipa de massa”.
No plano estritamente desportivo, esta debanda só pode
dar mau resultado ou, pelo menos, não deixará o plantel mais forte. Há quem
justifique esta venda compulsiva com as pressões de cada jogador para sair e
também há que veja esta situação como a face mais visível das dificuldades financeiras
que o Benfica poderá estar a atravessar.
Estando por fora de todo e qualquer processo, será
sempre difícil acertar com exactidão nas razões que levam a tamanho
desmantelamento de um plantel vitorioso. Porém teremos sempre um aliado… o
tempo.
O tempo será responsável por nos explicar a razão da
saída em cardume de tanta “truta”. E este defeso será fulcral para nos dar essa
explicação.
Caso o clube seja capaz de atacar o mercado de transferências
em força e revelando aquisições de monta para o plantel, poderemos inferir que
o dinheiro encaixado com as vendas servirá para pagar compromissos financeiros,
mas também para reinvestir no plano desportivo, reinventando o plantel, já que,
falamos realmente de muito dinheiro.
Por outro lado, se daqui a té ao início de Setembro o
clube mantiver a actual política de aquisição, ou seja, comprar o mais
baratinho e desconhecido possível, aí sim, teremos a prova provada de um possível
falhanço do actual modelo de gestão.
Verificando-se a segunda hipótese, poderemos sempre
argumentar com o eventual realismo do presidente, face aos dias que vivemos,
mas será pouco credível que Luís Filipe Vieira e a sua direcção tenham
invertido tão bruscamente o caminho que seguiram na última década.
Etiquetas:
André Gomes,
Lazar Markovic,
Luís Filipe Vieira,
Matic,
Negócio Garay,
Oblak,
Rodrigo
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Leva só um, Lim.
Pérez dado como certo, Amorim e Urreta próximos da transferência, André Gomes e Rodrigo comprados em Janeiro, contactos por Jorge Jesus. O Lim do Valência não quererá levar o Vieira?
Etiquetas:
Amorim,
André Gomes,
Jesus,
Lim,
Presimente Vieira,
Rodrigo,
Urreta,
Valência
Subscrever:
Mensagens (Atom)
