Enquanto esperamos (até quando?) pela resolução de dois escabrosos casos da responsabilidade do grotesco dirigente leonino Pereira Cristóvão - um, por suborno a um fiscal de linha; outro, por ter sido o principal incentivador de um acto vil e animalesco que consistiu no atear fogo a um sector do nosso estádio - ficámos hoje a saber que, além de João Pinto e José Veiga, o administrador da Sporting SAD Luís Duque e o antigo dirigente do clube Rui Meireles foram condenados por terem cometido o crime de fraude fiscal.
No entanto, o clube diferente nada tem a dizer sobre os vários casos - do passado e do presente - como se fossem normais - e, pelos vistos, são - todas estas acções criminosas de corrupção e violência das quais vários membros da sua Direcção foram e são responsáveis.
São diferentes, sim. Primam pela diferença de, em 30 anos, terem ganho dois campeonatos - um deles da forma mais corrupta de que há memória, se excluirmos os títulos dos corruptos que lhes servem de exemplo. E também pela diferença de não ganharem nenhum título desde 2008. E ainda pela diferença de, nos últimos 3 anos, terem ficado a 80 pontos da liderança e, em dois desses, em 4º lugar atrás do Braga.
No resto, são iguaizinhos ou piores aos que submissamente seguem. É que pelo menos os outros não têm pretensões à canonização.