O
jovem médio Eslovaco apresenta-se como uma das melhores notícias deste defeso.
Sem grandes alaridos, chegou e promete vencer.
Os
poucos minutos a que teve direito nesta pré-época não são suficientes para lhe
esconder o talento que traz agarrado às botas e ligado ao cérebro.
Se
no primeiro jogo, ainda em território Helvético, mostrou-nos muita qualidade
nas decisões (movimentação, escolha das zonas de passe e posicionamento), mas
muito erro na execução (vários passes intercetados), talvez inerentes a tudo o
que envolve uma estreia numa realidade completamente nova, a última meia hora
do jogo efetuado ante o Hull City, no Algarve, trouxe-nos um leve perfume de
tudo o que este menino pode ser.
Não
conheço absolutamente mais nenhum minuto para além daqueles que fez com a Gloriosa
envergada até ao momento, mas estes minutos deixam muita água na boca.
Não
sei se a permanência no plantel entrará nas contas de Rui Vitória e, mesmo que
assim seja, será previsível que tenha dificuldades em ter minutos na equipa,
face à presença de Pizzi. No entanto, apetece-me muito dizer: Temos craque!