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segunda-feira, 7 de abril de 2014

Colocar uma pedra no assunto com muita magia à mistura


- O tal jogo perigoso de que falámos à tarde afinal revelou ser dos mais fáceis. Por uma principal razão: o Benfica jogou muito mas muito à bola. Provavelmente, a melhor exibição da época, tanto em qualidade como em quantidade. Foi o jogo todo a espalhar classe.

- Gaitán é de outro mundo. Quando engrena, não há muitos jogadores nos principais campeonatos europeus que o superem. Esta é a melhor época do argentino desde que chegou ao Benfica.

- Cardozo bisou. Quebrado o mau-olhado, que ganhe confiança para os últimos 12 jogos que ainda temos pela frente (4 para o Campeonato; 4 para a Liga Europa; 2 para a Taça de Portugal; 2 para a Taça da Liga). Vamos precisar de armas cirúrgicas vindas do banco.

- André Almeida não teve muito trabalho mas voltou a responder de forma eficaz. Os plantéis também são compostos por jogadores assim: polivalentes, sempre aptos a substituir  com competência os lesionados ou castigados, humildes, com espírito colectivo, confiantes.

- Morreu um adepto após os festejos do golo de Rodrigo. Se temos de morrer e essa é uma realidade incontornável, que seja dentro de um golo do Benfica. 

- Jorge Jesus acaba de bater o recorde de Janos Biri: completou 60 jogos do Campeonato sempre a marcar. Não é nenhum título, mas é sem dúvida um feito que demonstra a qualidade que tem.

- O Porto já não pode matematicamente ganhar o Campeonato, mas tem ainda grandes possibilidades de ganhar sífilis no Calor da Noite.

- Classificação após a 26ª jornada:

1º Sporting - 60 pontos;
2º Benfica - 67 pontos;
3º Porto - 52 pontos.