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sábado, 5 de janeiro de 2013

Os notórios fascistas do Sporting

«O Sporting foi e é um grande clube, indiscutivelmente com a mais sã e paciente massa de sócios e simpatizantes do mundo. Depois de anos em que prevaleciam nos seus corpos gerentes alguns legionários e notórios fascistas, que a época facilitava que fossem olhados como gente de bem e que lá iam conseguindo cíclicas vitórias, o clube conseguiu resistir à passagem pela sua liderança de "gangsters" e aventureiros, desde sempre intervalados por gente muito séria e dedicada, a qual foi fazendo o que podia - o que, quase sempre, não foi muito, diga-se (...)». 

Francisco Seixas da Costa, embaixador de Portugal em França e famigerado adepto leonino.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Salgueiro Maia, o benfiquista que, nos tempos livres, derrubava ditaduras

Como único clube verdadeiramente democrático desde que foi fundado - excepção feita ao período que se iniciou em 2008 e que não sabemos se terá fim, em que se vive uma pequena ditadura no clube -, punido, no Estado Novo, por nunca ter embarcado nas ideias obtusas que o Regime defendia, obrigado a mudar o hino por ter no original uma aproximação clara aos ideais comunistas, forçado a ser chamado de "encarnado" para não ferir susceptibilidades, impedido de disputar a primeira época de Taça dos Clubes Campeões Europeus, embora tivesse sido o campeão (foi o clube do regime, Sporting Clube de Portugal, o convidado especial, claro), tinha de ser, obrigatoriamente, o Sport Lisboa e Benfica a enviar um seu adepto para acabar com a javardice que se andava a passar no país. Aqui, Salgueiro Maia, ainda imberbe mas já seguríssimo do seu orgulhoso benfiquismo:






Agora falta a outra revolução.