«Esta gravura tem toda a propriedade nesta página de secções Feminina e Humorística, porque a imagem tem graça e porque o guarda-redes, por causa do chapéu, parece uma senhora... Não parece futebol, mas é!... Não parece um Benfica-Sporting, mas é!... Data: 22 de Outubro de 1911 (Gravura da História do S.L.B.»)»
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domingo, 9 de março de 2014
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
110 Gloriosos anos
Quando, há 110 anos, Cosme Damião e amigos fundaram o
Sport Lisboa e decidiram atribuir-lhe o lema “E Pluribus Unum”, talvez estivessem longe de imaginar o alcance do
acto que acabavam de ter.
Criar um clube que se perpetuaria no tempo e juntar-lhe
um lema de unidade, de comunhão, é acto tão genial que quase nos leva a
questionar a sua intenção.
Tenham eles ou não percebido o alcance que poderiam
ter, o facto é que este lema marca toda a vida do clube. Não vejo outra frase,
outro pensamento que defina melhor toda o pluralidade unida que significa o
Sport Lisboa e Benfica.
Ao longo destes 110 anos o clube já teve, vivos,
milhares de milhões de adeptos, de ambos os sexos, de todos os credos, raças e
origens, atravessando gerações. Todos diferentes entre si e todos unidos no
Benfica. Todos desconhecidos de todos, mas todos unidos pela família a que
pertencemos, a família Benfiquista.
Tivessem ou não adivinhado a dimensão que o clube
atingiria, tal qual eles sonharam, todos fomos, somos e seremos Benfica.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
A História ensina o que é o Sport Lisboa e Benfica
O maior problema do Benfica nos últimos 20 anos prende-se com a perda paulatina dos valores fundamentais do benfiquismo. A exigência perdeu-se, ganhou-se a moda da desculpabilização e o regozijo na mediocridade. Conhecesse a larga maioria dos seus adeptos a História do Clube e lhe dedicasse algum tempo na vez de tanta conversa sobre árbitros e jornalistas e adversários - tudo sempre contra o Benfica, claro -, e talvez nunca tivéssemos de ver a dirigi-lo personagens tão bizarras como Damásio, Vale e Azevedo ou Vieira. Como sempre, em futebol, política ou outra qualquer área da sociedade, o problema está na ignorância do povo que o leva a escolher invariavelmente mal.
Atente-se nesta crónica do 1º «Boletim Oficial do Sport Lisboa e Benfica», de Março de 1927, e compreenda-se o porquê de este clube nascido numa Farmácia ter crescido até ao patamar de instituição universal e não ter ficado, como a grande maioria de clubes, na vivência bairrista:
«Constituição do Grupo:
Adrião, Mario Rodrigues, Assis, Evaristo, Germano, Carreira, Figueiredo, Pires, Bailão, João Simões e H. Carvalho.
Faltaram nada menos que: Teixeira, Levy e Thomé. Moura Lourenço, que havia sido indicado para substituir Teixeira, faltou tambem por falecimento de pessoa de pessoa de família.
Jogo sem historia. Perdemos po 0-3, e nem tanto era de esperar do grupo que se apresentou em campo.
Apenas se distinguiram Mario Rodrigues e Adrião, sempre seguros e eficazes. Assis, feliz nalgumas intervenções, estouvado noutras, por precipitação enfiou uma bola nas suas próprias redes.
Germano e Carreira, fracos, parecendo doentes. Evaristo muito esforçado e nada mais. Baião e Pires pouco produziram por falta de ajuda. Figueiredo, muito fraco, Simões e Carvalho, fora dos seus logares habituais, nada mais fizeram do que mostrar boa vontade.
Um reparo para Bastos: em certa altura do encontro, esboçou uma atitude que a consumar-se seria muito grave. Deve evitar os nervos, e lembrar-se que o respeito pela camisola que veste o obriga a sêr correto.»
Agora compare-se isto com 2014 e Vieira TV ou a alegria por empatar em Barcelos porque o Porto perdeu ou com a defesa de Jesus por empurrar um Polícia ou as vitórias morais de anos atrás de anos sem nada ganhar ou com a conversa do "não desestabilizem" sempre que problematizamos o clube na internet.
Começa aqui o declínio do nosso clube: as pessoas deixaram de respeitar o que é o Sport Lisboa e Benfica e passaram a apoiar quem nunca saberá o que ele significa.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Fantástica entrada para o Parque de jogos das Amoreiras, inaugurado a 13 de Dezembro de 1925.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
E és o Maior do Mundo
"Estádio da Luz
O maior de Portugal
Tua beleza real
Dá-te um valor tão profundo.
Estádio da Luz
O BENFICA é Campeão
O mais lindo da Nação
E és o maior do Mundo."
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Memória
terça-feira, 22 de novembro de 2011
BENFICA
Antes de tudo, ouvir isto:
depois, uma coisa simples: tanto orgulho neste Benfica. Mas tanto orgulho neste Benfica! isto é Benfica, sem mais, é só BENFICA, é O BENFICA, ganha, perde, ganha, perde, GANHA! Golos contra em fora-de-jogo. O que é que esta gente faz? Caga e marca golos. Aimar. Pois, Aimar. E vamos todos atrás da ideia: Aimar. Não é por acaso. Não é por acaso. O Benfica é tão monstruoso. O meu Pai ia gostar deste número, o meu Pai ia gostar de mais esta viagem do BENFICA. Somos BENFICA. Que puta de viagem. Ah... AMO-TE, BENFICA!
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História do Sport Lisboa e Benfica
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Ó Estúpido, o Benfica é vermelho e branco!
Para quem lê este blogue há mais de dois meses, o conhecimento da minha crença não é novo; para quem não lê, ficará a conhecê-la mais em detalhe: acredito profundamente que os equipamentos alternativos devem ser a cópia fiel do principal, com as cores inversas. Se o equipamento é todo vermelho, o alternativo deverá ser todo branco. Se o equipamento é vermelho e branco, o alternativo deverá ser branco e vermelho. Tudo o que fuja disto, está errado. Aceito todo vermelho e derivados dentro das cores vermelho e branco e nada, mesmo nada, mais do que isto.
E isto porquê? Por amor à História do clube, por respeito a quem decidiu as cores que nos representam e - aqui é que entra o sobrenatural, para alguns - porque é minha crença profunda de que o Benfica sai prejudicado em termos competitivos quando usa equipamentos que fogem às cores do clube e que, por isso mesmo, não fazem sentir aos jogadores que estão a representar o Sport Lisboa e Benfica.
Pode parecer uma conversa de uma estupidez superlativa - esta de achar que um jogador do Benfica não sentirá o peso da instituição que representa se não usar as suas cores - mas não é. É algo até bastante natural e humano, bem distante de alguma espécie de prodigiosa evocação aos deuses ou do domínio do sobrenatural - o jogador não sente o peso, a história, a tradição e o nome do clube porque, quando olha em frente, sente no sul dos olhos cores repugnantes.
Aliás, pior do que sentir uma deformação de cores, o jogador não sente o encarnado viçoso sobre o corpo e isso, naturalmente, fá-lo-á correr menos, ter menos dose de superação, gastar menos gotas de suor naqueles minutos finais, falhar mais passes, ser menos solidário com os colegas, enfim, o jogador, quando envergando um cinza misturado com cor de merda, quase só quer fechar os olhos, aninhar-se junto a uma linha lateral sem tráfego humano e esperar pelo fim do jogo. E é humano, indescritivelmente humano, que um jogador queira desaparecer dos olhares dos outros quando vestido com tão desesperante e horripilante traje - que nem parece coisa de futebol, mas de algum torneio 12 horas de ping-pong, ali entre a Pontinha e Mem-Martins.
É importante que o Benfica saiba que, enquanto anda a desrespeitar a sua própria História, além de castigar os jogadores ao nível psicológico, está também a contribuir para um menor sucesso desportivo. Isto tem de ficar bem claro, de uma vez por todas. Aquilo que era, há um ano, uma ideia um pouco abstracta para mim, hoje é mais científica do que a certeza que todos temos sobre a verdadeira cor cerebral do Alan: é estúpido.
Senhor António Elias, contacte os senhores do marketing e diga-lhes isto, está bem? Pode ser que um dia eles percebam que esta merda não é o Alverca.
Benfica - Trabzonspor (principal) - vitória
Trabzonspor - Benfica (alternativo) - empate
Twente - Benfica (alternativo) - empate
Benfica - Twente (principal) - vitória
Gil Vicente - Benfica (alternativo) - empate
Benfica - Feirense (principal) - vitória
Nacional - Benfica (principal) - vitória
Benfica - Guimarães (principal) - vitória
Benfica - Man Utd (principal) - empate
Benfica - Académica (principal) - vitória
Porto - Benfica (principal) - empate
Otelul - Benfica (alternativo) - vitória
Benfica - Paços Ferreira (principal) - vitória
Portimonense - Benfica (principal) - vitória
Basileia - Benfica (alternativo) -vitória
Beira-Mar - Benfica (principal) - vitória
Benfica - Olhanense (principal) - vitória
Benfica - Basileia (principal) - empate
Braga - Benfica (alternativo) - empate
Trabzonspor - Benfica (alternativo) - empate
Twente - Benfica (alternativo) - empate
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Porto - Benfica (principal) - empate
Otelul - Benfica (alternativo) - vitória
Benfica - Paços Ferreira (principal) - vitória
Portimonense - Benfica (principal) - vitória
Basileia - Benfica (alternativo) -vitória
Beira-Mar - Benfica (principal) - vitória
Benfica - Olhanense (principal) - vitória
Benfica - Basileia (principal) - empate
Braga - Benfica (alternativo) - empate
Principal: 13 jogos, 10 vitórias, 3 empates
Alternativo: 6 jogos, 2 vitórias, 4 empates
Etiquetas:
Equipamentos,
História do Sport Lisboa e Benfica,
marketing
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