sexta-feira, 2 de setembro de 2011
São 40 os milhões gastos em jogadores que jogam por outros
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
O labrego
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
umas coisinhas...
Dá Deus nozes a um Jesus sem dentes
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Back to the primitive
Antes de tudo o mais, quero só dizer que este fim de semana vi 4 jogos de bola (para tirar a barriga de misérias): os dois manchesters, o real e o benfas!
Estão a ver a moral com que me sentei em frente à TV às 20h45...mas passou-me rápido! Primeiro, o nevoeiro. Depois, um remake da época passada. Deu logo para matar a moral toda.
Dá para ver que não se aprendeu nada. É a mesma mentalidade de sempre. Saber se acabamos em primeiro ou segundo (ou terceiro, vá...) não depende de nós, depende do Porto. Se tiver um Jesualdo acabamos em primeiro, se tiver um AVB acabamos em segundo. Sim, porque vamos continuar a fazer merda, a dar casas, como hoje podia ter acontecido, mesmo com domínio total (mas não controlo) e vantagem numérica. É neste momento que me ocorre a analogia com o Roberto. É que o Roberto foi sempre motivo de divergência, até chegar o Artur. Agora já todos concordam - porque já todos sabem o que é bom, é mais fácil saber o que é assim assim. Não quero tirar valor ao Roberto, mas bom é o Artur!
E esta conversa toda para quê? Bom, para dizer que ainda temos dois "Robertos": LFV e JJ. Eu sei que estou a esticar a metáfora até ao limite das fibras da analogia, mas pensem bem: parecem que são bons, têm grandes momentos, mas dão grandes casas...não podemos confiar neles!
Hoje, uma equipa competente, uma equipa de champions, teria acabado com o jogo muito antes do apito final...mas não, podia ter dado empate tão fácil como deu 2-0!
P.S. Eu ainda acho que o Cardozo é o terceiro "Roberto", mas pronto, reconheço que o affair Cardozo é complexo demais para ser resolvido assim, num simples P.S. ...
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
17 anos de incompetentes
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Umas notas do fim do mundo
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Ao intervalo...
Primeiro, queria pedir desculpa por não ter participado na discussão que iniciei no post anterior. Gostava de o ter feito, mas os últimos dias tiveram demasiadas obrigações para vir aqui ao tasco.
Entretanto, queria escrever já algo sobre o jogo que estamos a ver por duas razões:
- Porque ainda tenho esperança que ao intervalo o JJ emende esta merda, e eu quero bater no ferro quando ainda está quente...
- Porque não vou ter tempo depois, nem hoje nem nos dias seguintes... (peço já desculpa pela ausência de resposta aos hipotéticos comentários - mas preciso mesmo de desabafar convosco!)
Então é assim:
FODA-SE! BURRO QUE AQUELE HOMEM É!
Ok, ok, chega para o Gil Vicente (espero que sim...) mas não é assim que lá vamos.
Ficam claras várias coisas. Tecnicamente o Benfica é competente, tacticamente não o é. O espaço dado no processo defensivo é embaraçoso. E sabem, o que me lixa nem é isso. O que me lixa é falhar-nos uma das características mais importantes para ganhar uma prova longa: saber controlar um jogo. Como vimos o ano passado, o super-porto foi construído com muitas exibições menos boas, mas foda-se, controlando o jogo! Uma equipa como o Benfica, se não consegue controlar o Gil Vicente com dois golos de vantagem...epá...que incompetência.
Pronto, eu sei, havemos de melhorar. Acredito que sim. Acho mesmo que sim.
Mas começo a discernir duas características de JJ que me irritam cada vez mais, no limiar do insuportável. A primeira é que o gajo não evolui, nem uma equipa dele. Independentemente das saídas e entradas ele e a equipa já deviam ser mais espertos, pragmáticos. A segunda é que o gajo teve sorte na primeira época com o Ramires e sorte terá nesta com o Witsel; é que ele tem uma ideia/conceito de jogo que não sabe equilibrar tacticamente. Só através de um jogador que calhe mesmo a jeito. Não sabe equilibrar a coisa com táctica e posicionamento. Só com um fora de série coast to coast! E esta primeira parte mostra isso: equipa completamente desequilibrada.
E para acabar: Esta ideia de bastarem 2 gajos no miolo para as equipas fáceis e só colocarmos 3 para a CL ou os grandes é um disparate.
Outro disparate? O Jara!
Espera...começa a 2a parte e sai o Aimar para entrar o Witsel? Ok, agora tenho a certeza que o JJ come merda a todas as refeições do dia, e às conchas de sopa.
E pronto, gosto muito de vocês, mas agora vou de férias! Fica aqui o desabafo, que as próximas semanas tratarão de destroçar (espero!) ou então...
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Vender o Cardozo
Sim, vender o Cardozo.
Mesmo quem aprecia e defende o Cardozo sabe quais são os seus defeitos, penso que há unanimidade em relação a isso. Assim não vos maço, digo apenas que mesmo apresentando uma ou outra qualidade excepcional de goleador, tem cinco ou dez(!) defeitos inaceitáveis. Mais, há um ano que me cheira que a sua veia goleadora, e a tese dos 20 ou mais golos por época, beneficiam de estar numa equipa muito atacante. Afinal, até o Pena (demorei 5 minutos a lembrar-me do nome do gajo – é este o nome não é?) foi goleador cá no burgo.
NÃO COMPRAR NINGUÉM.
Sempre que vejo uma notícia de contratação de um avançado fico arrepiado. Não tem sentido. Aliás, só tem sentido a saída do Cardozo se não se contratar ninguém. Porque se for para ele sair e vir um Almeida qualquer, é melhor deixarem-se estar!
O que eu queria era a porta aberta para o Rodrigo e o Nelson Oliveira. Porque nem todos os jogadores são o Witsel e jogam nas horas ainda sem sequer saber o nome de todos os colegas.
Vou fazer uma comparação que me vai sair cara na caixa de comentários: O Mourinho também andou a caçar com o Postiga, e foi caça grossa! – Eu sei que o Postiga acabou na rua da amargura futebolística (Sporting), mas esse exemplo mostra que um avançado precisa de confiança, e precisa de espaço para poder aparecer e não acho nada arriscado partir para uma época como a nossa apostando na juventude do Rodrigo e do Nelson, sempre secundada pela experiencia do Saviola e a estupidez estroina do Jara.
Ah, para não falar que em termos económicos nem se discute: vende-se um jogador que tem tendência a desvalorizar e abre-se caminho à valorização de dois jovens, de enorme potencial, ainda por cima sendo um deles português!
Os melhores tascos da blogosfera - Parte 1 - Os (Im)parciais e os Fernandos Gomes
domingo, 7 de agosto de 2011
O 4-2-Gardel-3 da minha ilusão
sábado, 6 de agosto de 2011
"Outros entreter-se-ão a meditar sobre torneios e troféus de particulares e sobre historiais de taças latinas dos tempos dos bisavós", Mundo Azul
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
O que os adeptos do Sporting vão cantar sobre Domingos lá para Dezembro
Twente, Dedé, Aimar, Roberto
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Tacuara faz golos para lá de Almeida
Rui LOLiveira e Costa
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
O 433
Para averiguar do estado de Jesus
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Pausa para publicidade
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Genial, Presidente, genial!
domingo, 31 de julho de 2011
Aquela ala esquerda e as costas da defesa vão dar muitas alegrias... aos adversários.
sábado, 30 de julho de 2011
Coentrão
sexta-feira, 29 de julho de 2011
A Luz é de todos
Ao ler isto não posso deixar de pensar em todos os senhores Serafins Almeidas espalhados por aí mas que, ao contrário deste senhor Serafim Almeida, vão mesmo morrer sem nunca terem ido ao estádio da Luz. E interrogo-me se não seria possível proporcionar tamanha alegria a pessoas que, pelos mais diversos motivos, não têm possibilidade de vir a Lisboa ver um jogo do Benfica.
Se o Benfica, devido aos contratos de patrocínio, dispensa todos os jogos centenas de bilhetes para algumas grandes empresas, que invariavelmente vão parar ao bolso de administradores com salários de milhares de euros que vão para a Luz com ar de enfado e escandalizados por não haver caviar e por terem que se misturar com o povo, por que não fazer um esforço para dar uma alegria a quem pouco tem?
Será assim tão difícil? Não é. Por exemplo, o Benfica podia criar um programa em que as pessoas se inscreviam para irem ao estádio pelo menos uma vez na vida, sem pagar. O programa seria dirigido pela Fundação Benfica (que tem estado muito bem na ajuda aos mais necessitados sem olhar a clubismos, mas que bem podia concentrar-se um pouco mais nos benfiquistas) em articulação com as várias Casas do Benfica espalhadas pelo país, que têm um conhecimento mais profundo sobre as realidades dos sócios e adeptos locais. Recebidas as inscrições, elaborava-se a lista por ordem de idade e dava-se prioridade aos mais velhos (por motivos óbvios). Depois as pessoas eram contactadas e o Benfica pagava-lhes a deslocação e o bilhete. O ideal seria juntar, à vez, muitas pessoas da mesma zona e alugar uma ou mais camionetas, com partida da Casa do Benfica mais próxima. Uma semana seria de uma Casa no Algarve, a seguir de uma Casa no Minho, etc, etc, etc, até abarcar o país todo, incluindo Madeira e Açores (neste caso tinha que ser de avião, como é evidente). Quem fosse contemplado não poderia voltar a candidatar-se ao programa e registava-se o nome e número de B.I. porque infelizmente há muitos chicos espertos neste país. Apelava-se também ao bom senso das pessoas para que aqueles que já tivessem ido ver um jogo à Luz não se candidatassem, tal como quem tivesse posses para tal, mas que por um motivo ou outro ainda não tivesse ido à Luz.
Para o Benfica não arcar com todos os encargos, seria importante arranjar um ou mais patrocinadores que se quisessem associar ao programa e decerto não faltariam interessados porque as grandes empresas têm lucros de milhões e milhões de euros mas depois gostam sempre de dar um ar de bom samaritano, do género "eu ganho milhões e pago miseravelmente aos meus empregados mas hoje dei uma sandes a um pobre e por isso sou um grande homem".
Outro meio de financiamento passaria por criar uma quota facultativa extra para sócios (semelhante à quota das modalidades) nem que fosse só de cinquenta cêntimos ou um euro, e esse dinheiro ia todo para o programa.
A quota podia chamar-se, por exemplo, "A Luz é de Todos". Eu pagava essa quota extra, de caras. Porque o Benfica é de todos. Até dos mais pobres.
P.S. Provavelmente será uma ideia utópica, mas de vez em quando sabe bem debruçar-me sobre o que significa verdadeiramente o Benfica e deixar um pouco de lado questões superficiais como "o Gaitán está demasiado encostado à linha" ou "o Javi está muito sozinho no meio".»