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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Campanha "EU VOU AO JAMOR DE BIGODE"

Quero alertar, mais uma vez - e vão ser alertados muitas vezes nos próximos meses -, que está em andamento a campanha "EU VOU AO JAMOR DE BIGODE" (ideia original do excelentíssimo senhor Diego Armés, que, dois anos depois, eu recupero com muito orgulho e muito amor), que serve simultaneamente para pressionar a lesma do nandinho das facturas - que nestes próximos tempos deverá receber muito telefonema do senhor do robe e do senhor dos peidos - e, claro, para lembrar aos gajos sem barba (estranhíssimos seres, claro) que têm de começar já hoje a deixá-la crescer até ao ponto em que fiquem com belíssimas, estrondosas, frondosas e elegantes bigodaças para apresentar na final da Taça de Portugal. A menos que o Paços nos dê um bigode.


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Pedimo-vos a vossa história sobre Pablo Pablito


Lembram-se da ideia do Diego que passava por pedir a todos os benfiquistas um texto (pequeno,curto, como quiserem) sobre o nosso mago e a forma como o vêem? Pois é, o tempo passou, alguns aceitaram o desafio, outros prometeram que pensariam no assunto e provavelmente houve malta que nem soube disto.
 
Passaram-se alguns meses e, apesar de já termos uma boa colheita (obrigado a todos os que participaram), ainda estamos longe, muito longe, do objectivo. Portanto vamos puxar por vós – anónimos e ilustres projectos de escritores ainda no ventre da mãe – com umas eliminatórias de textos, pode ser?
 
Todos os que quiserem participar deverão enviar os vossos tratados sentimentalões (mas sem lamechices escusadas, se fazem favor) para: pablopablitoaimar10@gmail.com

Consoante o número de textos recebidos, logo escolheremos a fase em que se iniciará a competição: dezasseis-avos, oitavos ou quartos.
 
Os textos serão todos publicados neste blogue e no do Diego e ficarão sujeitos à votação dos leitores. O vencedor há-de ganhar qualquer coisa que ainda não está decidida mas, mais do que isso, terá o orgulho de vencer a competição que escolhe o melhor texto sobre o nosso Pablito (o que chega e sobra, não é?). 
 
TODOS os textos que garantirem um mínimo de qualidade (que será observada pelos leitores e também por um júri constituído por uns quantos de nós, bloggers do mais alto quilate benfiquista) serão levados ao produto final: um livro a ser entregue em mãos ao Pablo Pablito. 
 
Vamos lá, rapaziada, inspirem-se. E procurem novas formas de explorar o sentimento. Claro que podem fazer uma biografia do Mago, mas não é bem isso que queremos de vós.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Resposta em post ao POC e Bcool (contratações) e um conselho à Ulricha (prémio 1x2)

1. Caríssimos POC e Bcool, como é evidente a qualquer ser pensante (e vocês se calhar não sabem disto, mas fazem parte desse grupo), ao Benfica falta mais do que lateral-esquerdo. Falta um lateral-direito que seja não só uma alternativa a Maxi mas um sério candidato ao lugar - o uruguaio divide jogos de grande qualidade com jogos aberrantes, à imagem da primeira época - e falta um central que dê garantias de qualidade - nem o puto que já não é assim tão puto Vítor nem o velho que ainda não é assim tão velho Jardel as dão. 

Ainda falta também um rompedor, um gajo que sirva menos as vontades de joguinhos pelo meio e procure outro tipo de movimentação, mais em rasgo, mais pela ala, mais nos desequilíbrios, mais a mais, mais. Conto, no entanto, que Pérez tenha retirado o antigo cérebro e no seu lugar tenha hoje um frondoso e pujante cerebelo iluminado, com vista para a lucidez e com regime de humildade completa. Mas não tenho a certeza. Fico-me só nos "ses" a ver se talvez sim.

Mas sejamos sinceros: a um dia de acabar a janela de oportunidades, a nossa preocupação máxima tem de estar guardada (até porque pedir, peça-se sempre pouco, para não cansar o dador) para a vontade em começar a jogar com 11. É que... entrar sempre com menos um cansa muito, desgasta, deixa os nossos rapazes menos capazes de ir e emendar a merda que o Nelo paulistano vai meticulosa e proficuamente fazendo pelos relvados nacionais. É este rapaz jogador para a primeira liga?, pergunto-me. É capaz. Para um Setúbal, talvez, mesmo um Nacional, a suplente. Que ele seja do Benfica e titular é, enfim, todo um mundo de novas oportunidades aí à sua frente. Teve sorte. Teve estrelinha. Não é estrela nenhuma. Não vale grande merda. Não é grande espingarda. É um cepo.

De modo que, sim, compreendo os vossos esquentamentos de adeptos fervorosos e nervosos e compenetrados e preocupados e atentos mas, permitam-me o pragmatismo que me invade pelo pânico de ver as horas indo ao encontro da fronteira mensal, já esqueci esses problemas de somenos. Estou nem aí, como diz o outro. O que eu quero é um jogador de futebol. Pode ser aquele gajo do Gil Vicente, o tal de Caiçara. 22 aninhos, talento à solta, umas 100 vezes melhor do que o rapaz dos olhos tristes. Podem começar já por aqui.

Em respeito às vossas ansiedades, já disse que tinha Salino como o verdadeiro acerto de Janeiro. Médio, lateral-direito, jogador de conjunto com qualidade. Ao meio, Dedé. Mas também esse esquecido João Real. Certo: tem 28 anos. Precisamente o que precisamos: experiência, consistência, tranquilidade. 

E agora o terror: Djaló não era mal pensado.


 2. Minha cara Ulricha, você decida-se. Se me permite, gostava de lhe dar um conselho: escolha 3 candidatos a ingressar à experiência. Os 3 vão fazer 3 posts (um cada) que serão colocados à votação dos nosso leitores. O que ganhar, fica com o mês a mandar nisto (quando eu digo "mandar" é poder escrever aqui; obviamente será corrido a vergastadas e insultos constantes à mesma). 

Escolha de entre os nossos leitores os 3 que lhe agradam mais. Mas não valem gajos consagrados e com blogues. Esses ficam lá no lugar deles e vêm aqui dizer parvoíces. Era só o que faltava que se viessem imiscuir na pornográfica página do blogger deste tasco! Logo, as suas recomendações (Constantino e Diego) estão postas de parte. 

E, já sabe: pode sempre reconsiderar, dar uma de corajosa e aceitar o prémio que ganhou. Fica ao seu critério, mas despache-se que quanto mais cedo eles chegarem mais cedo vão embora. O que é um descanso para o meu coração. Não vale recrutar o Emerson.



Pssssssst: à vossa direita, nova sondagem extremamente importante e com muita pertinência: Vieira abrirá o bigode quando? Votem em inconsciência.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Os meus Eusébios preferidos - I - 227218

Começa hoje uma viagem pelos blogues que levo agarrados no coração, aqueles que me fazem sentir ainda mais benfiquista sempre que os leio, porque repletos dos condimentos essenciais à degustação tranquila e apaixonada de Benfica. A ordem não é a da preferência (gosto de todos de igual maneira, como dos filhos que não tenho), mas da listinha amaricada à vossa direita.

Sendo assim, hoje falo-vos do 227218, do Diego Armés. Este atleta já veio com currículo antes de chegar ao clube actual. Conhecia-o do excelente Dianabol - no qual partilhava o espaço com um sportinguista, num conceito que infelizmente não se vê muito por aí e devia - e, claro, do BnR B, onde foi magnificamente insultado e elogiado, em proporções desiguais, porque, afinal, aquele era e é um dos piores blogues do mundo. 

Um dia deu -lhe na telha, largou o jogo colectivo, fez-se sócio do Benfica e abriu um blogue com o número do cartão que, mais do que o BI, o identifica enquanto pessoa. Como escrevi um dia, no primeiro post deste blogue (curiosamente também fruto de ter voltado à condição de sócio, após interregno prolongado e dorido): "ainda continuo sem compreender como é que o BI não possui um espaço em que possamos dizer que somos do Benfica". Não sendo possível, o Diego levou o conceito a outros horizontes e decidiu escarrapachar o número de sócio no título do blogue. Quem poderá levantar as armas e culpá-lo?

O 227218 é um espaço que não nos dá actualidade informativa, do estilo: "o Benfica venceu ontem os suíços do Basileia numa performance sólida e competente, alicerçando na qualidade de posse de bola a sua maior estratégia" ou "Maxi Pereira recupera de lesão muscular". Antes, reflecte, infantiliza, brinca, relembra, contrapõe, pensa, bebe, come e vive Benfica pelas veias de um sangue apaixonado e com memória.

Não é um blogue de massas, cheio de anónimos obtusos em masturbações de vidas deprimentes. É um sítio tranquilo, com lareira ao fundo, um bar com livros, música ao vivo, fotos a preto e branco na parede, puffs e gente a puffar. Tem uma varanda longa a percorrer as portadas altas de solar oitocentista, uma luz semi-presente e um ruído de fundo de gente sem pressa a conversar. São 3 ou 4, às vezes 10, em dias de movimento enche a casa, mas sempre com ar clandestino das coisas boas que, em vez de encontrarem os clientes, são encontradas. É um Crew Hassan, se quiserem.

Depois vem o nosso escriba, senta-se numa cadeira num palco de um degrau acima do resto do chão, puxa a guitarra, bebe um gole de gin-tónico e dá-nos música. No fim, saímos devagar, descendo as escadas, cheios ainda dos tons e palavras que ouvimos e lemos. Saímos crianças.  

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Notas entre o verdadeiro ecletismo e a pena que eu não tenho de ver chorar o Sporting

1) Após um fim-de-semana em que os 3 principais clubes ganharam os seus jogos e mantiveram o campeonato ao rubro, a conclusão óbvia - para quem quiser ver para além dos óculos de cabedal - é a de que o Benfica só não será campeão nacional se for muito incompetente.

Mesmo jogando de uma forma que não potencia ao máximo a qualidade dos jogadores que tem, o Benfica passeou-se pelo relvado, criando situações de perigo em catadupa e apenas impedido de ter ganho por números históricos porque o excelente centro de formação de árbitros deu mais um rebento ao futebol nacional. Mas a fluidez, a subtileza, a forma simples como a equipa arranja caminhos para a baliza, mesmo "desfalcada" de Javi, Witsel e Nolito, é o garante de que, se houver competência, em Maio o país estará outra vez inundado de vermelho e branco.

Claro que para isto contribuem também as fracas prestações que vamos vendo dos rivais mais directos.
 
Em Coimbra, mais uma prova cabal da incapacidade colectiva do Porto. Sim, ganharam por 3-0, mas isso deveu-se basicamente ao facto de o jogo ter sido contra os casados do Monte Formoso, ainda por cima treinados por um rapaz que anda a ver se agrada ao dono de tal forma que acaba em experiências futebolísticas contra o campeão nacional. Não resultou para Pedro Emanuel. Uma pena. Mas ele tem uma explicação:

«A imagem da primeira parte não é a da Académica que queremos, assumo a responsabilidade, os jogadores fizeram exactamente o que lhes pedi, não fizeram o que é normal fazermos, assumi uma estratégia que não foi a ideal»

Está certo, Pedro. Podes contar com um tacho daqui a uns meses pelos bons serviços demonstrados.

Por outro lado, anda para aí uma loucura com o anão que, de repente, se pôs aos saltos a querer entrar no jogo dos adultos. Até o Presidente, sem que nada tivesse a ver com a conversa, veio dizer que o dele é que é o grande clube. O que ele ainda não percebeu é que ninguém quer saber do que ele diz. 

E assim é também com o futebol: os lagartos andam doidos, todos molhadinhos por terem defendido estilo autocarro durante 70 minutos um resultado contra uma equipa que está morta mas ninguém ainda a avisou. Ter passado o tempo todo atrás, cheio de medo de um Vitória que não assusta nem o Luís Campos, é o que para os sportinguistas quer dizer que vão ser campeões. 

Eu digo-vos uma coisa: eu andava com pena deles, porque neste último ano tenho visto a montanha russa entre o desespero que sentem quando se dão conta do clube de que são adeptos e a euforia que advém de terem consecutivamente algo a que não estão habituados: vitórias. Mas a pena passou-me depois de ter assistido à arrogância com que esta gente se pavoneia só porque estão - veja-se bem! - a 3 pontos das melhores equipas. Como eles agora dizem: é isto o Sporting. De facto, é isto: um clube de frustrados, que de tão pouco habituado ao sucesso, inventa números imaginários sobre os títulos conquistados (já passou um mês e ninguém sabe explicar; embora todos saibam escrever "16.000 títulos" e acreditarem nisso) e acha que vai ser campeão porque ganhou em inferioridade numérica a uma equipa em estado de putrefacção. 

A realidade futebolística, a péssima forma de defender que a equipa tem, o anormal do Rinaudo - a quem, após ter visto o seu primeiro jogo de pré-época, augurei muitos vermelhos e amarelos e não me tem desiludido, tal é a estupidez e a violência gratuita do argentino -, o facto de o Sporting, quando apanhar uma equipa decente pela frente, vir a levar uma goleada das antigas, não contam para estes adeptos em estado de demência. Mas, dizia, não tenho pena deles. Merecem. Merecem tudo, tal é a petulância com que se enchem de ares. Em Janeiro, vai dar-me gozo ver o cabeção desta gente, quando estiverem a 10 pontos da liderança - a juntar aos 64 das últimas duas épocas. Depois lá terão de ir ver mais jogos de futsal.

2) Vieira dá recados a Jesus em praça pública? Este, quando não há problemas, quer inventá-los. E, por favor, ó Filipe, deixa as ironias parolas para o rei delas. Fecha a matraca e deixa-te estar quieto no teu lugar.

3) Muito por culpa do Diego Armés - pessoa a quem dou algum crédito na arte de avaliar jogadores - dei tempo ao Emerson para que fizesse da minha opinião negativa uma mais optimista. Tenho pena, mas ela manteve-se bastante negativa. Não dá um décimo do que o Capdevila daria a esta equipa.

4) Vitórias em Basquetebol, Futsal e Andebol (coça monumental ao ABC). Bom fim-de-semana e um golo de Joel Queirós que é de tosco.

5) Anaís Moniz sagrou-se campeã nacional de Triatlo. Mais um a juntar aos 500.000 títulos do Benfica. E em Abrantes, ainda por cima!