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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Desculpas a menos para populismo a mais



O Sporting, através de comunicado (o tricentésimo quinto), anunciou o corte de relações institucionais com o Benfica, na sequência dos acontecimentos do fim-de-semana passado.

As tarjas e demais formas de manifestação, alusão, exaltação e glorificação pela morte de um adepto leonino no Jamor por via de um very light é absolutamente condenável, nojenta e indigna da instituição Benfica ou de qualquer outra que se queira digna de si. Isto é claro e não é passível de qualquer “se” ou “mas”.

Agora, confundir atitudes de energúmenos e retardados mentais com instituições e direcções das mesmas é pura demagogia e desonestidade intelectual.

Isto serve apenas o propósito populista de Bruno de Carvalho que visa reunificar os seus adeptos em volta de si mesmo, depois de os ter dividido com o episódio Marco Silva.

Este episódio, como outros passados durante o jogo de domingo, como por exemplo trocar repetidamente o nome Benfica pela expressão “visitante”, era comum e exclusivo de entidades dirigidas a norte, como forma de identificar no Benfica o seu inimigo e não o seu adversário.

E tal como no FCP, este tipo de atitude surge por complexo de inferioridade e pequenez, sendo aqui a novidade de este complexo surgir nos “viscondes”, o tal clube que sempre se disse elevado e maior nos valores morais.

As diferenças entre as atitudes das claques/adeptos e as expressões do speaker do estádio são abissais, porque as primeiras, é verdade que são repugnáveis e envergonham qualquer adepto, são da responsabilidade individual e exclusiva de quem as pratica, ao passo que as segundas são cometidas no exercício de representação institucional, própria de quem é funcionário do clube.

Por isso, deste corte de relações só lamento uma coisa, que ele tenha partido da direcção do Sporting.  

terça-feira, 16 de julho de 2013

Conversas em família

«Quando neste país se faz alguma coisa de mais audacioso já se sabe que se levanta logo a poeirada dos «interesses lesados», dos «despeitos amuados», dos «comodismos sacodidos» - tudo a tender logo para a crítica derrotista, para a maledicência gratuita, até às vezes para as suspeições torpes. Que se há-de fazer? Desistir? Parar? Cruzar os braços? Claro que não...»






Excluindo a forma - que o Senhor Professor Doutor Marcelo Caetano dominava na perfeição e outros nem por isso - os conteúdos são o paradigma de tantas e tantas outras formas de uns quantos caciques convencerem a populaça. Lembra-vos algum caso em especial?