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quarta-feira, 30 de maio de 2012

O eduardobarrosismo no desporto português

Para Eduardo Barroso, Pinto da Costa não está a mais no desporto português.

Para Eduardo Barroso, Paulo Pereira Cristóvão não está a mais no desporto português. 

Para Eduardo Barroso, o "seu" amado Ricardo Sá Pinto e as suas cenas de pugilato a seleccionadores e jogadores do "seu Sporting" não estão a mais no desporto português.

Para Eduardo Barroso, os adeptos do Sporting que incendiaram um sector do estádio do rival não estão a mais no desporto português.

Para Eduardo Barroso, Eduardo Barroso, com as suas opiniões de merda, não está a mais nos jornais portugueses.

Para Eduardo Barroso, quem está a mais no desporto português é Carlos Lisboa, só o melhor basquetebolista português de todos os tempos e figura incontornável do desporto e do Benfica.

Para Eduardo Barroso, todo o Benfica está a mais no desporto português.

Para Eduardo Barroso, só o seu fanatismo, a sua boçal doença pelo "seu" Sporting e o pedantismo próprio de um adepto incapaz de escrever um texto minimamente razoável (ou, vá, bem escrito) não estão a mais no desporto português.

Eu acho que Eduardo Barroso está a mais no desporto português. Está a mais nas televisões portuguesas. Está a mais nos jornais portugueses. Está a mais na sociedade portuguesa. 

A hipocrisia está a mais no desporto português. O eduardobarrosismo - que é o que faz com que pulhas, corruptos, ladrões, mentecaptos, chulos, proxenetas, merdosos, caciques vivam alegremente por entre as vielas do desporto português, enquanto se persiste no ódio a um só clube, trauma profundo de infância dos eduardos barrosos deste país -, o eduardobarrosismo, dizia, está definitivamente a mais no desporto português.