Não pude ver o jogo - o sofrimento que é não poder ver o Benfica devia ser estudado e posto num museu para as próximas gerações conhecerem o amor que os antigos adeptos tinham pelo clube.
Fui recebendo boas mensagens por parte de amigos. Primeiro, uma quantidade delas a anunciar um golão do Gaitán num canto marcado pelo Cardozo - aqui é preciso explicar que eu estava bezano e passei algum tempo a olhar para o monitor a tentar perceber se eu estava a imaginar coisas ou se era mesmo aquilo que estava escrito. Era mesmo, canto marcado pelo Cardozo. Bom, tendo em conta a ineficácia na marcação de bolas paradas, não me parece nada mal pensado aproveitar aquele pezinho de ouro para marcar cantos, até porque ele não é especialmente forte a concretizar nestes lances. Pode ser, Jesus, aceito - pelo menos tentas e mudas o que está mal, mesmo que tardiamente. Depois recebi a do Lima e descansei. Quando veio o «Salvio à trave e depois golo» já eu estava com o meu coração pronto a dedicar toda a noite à minha donzela.
Não posso falar do jogo porque não o vi. Destaco, portanto, o que vi e sei:
Não posso falar do jogo porque não o vi. Destaco, portanto, o que vi e sei:
- o fabuloso golo de Gaitán - de uma beleza, criatividade, imaginação e brilhantismo ao alcance de muito poucos. Quando vejo Gaitán marcar golos destes, além de outras façanhas que de tempos a tempos vai fazendo, mais pena tenho de o ver desperdiçar o enorme talento que tem. Vai tendo laivos e é só. Joga quando está para isso. E isso, naturalmente, não serve para o clube. Mesmo que um maravilhoso golo como este nos faça querer tê-lo por muitos anos a fazer isto no Benfica.
- a imagem que vi agora mesmo e me emocionou. Espero que venhas para ficar por muito tempo, Pablito.
